EU... Eu, eu mesmo... Eu, cheia de todos os cansaços, Quantos o mundo pode dar. — Eu... Afinal tudo, porque tudo é eu, E até as estrelas, ao que parece, Me saíram da algibeira para deslumbrar crianças... Que crianças não sei... Eu... Imperfeita? Incógnita? Divina? Não sei... Eu... Tive um passado? Sem dúvida... Tenho um presente? Sem dúvida... Terei um futuro? Sem dúvida... A vida que pare de aqui a pouco... Mas eu, eu... Eu sou eu, Eu fico eu, Eu...(Fernando Pessoa)

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Segredos de beleza

Audrey Hepburn, quando pediram que revelasse seus segredos de beleza:

1. Para ter lábios atraentes, diga palavras doces;

2. Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas;

3. Para ter um corpo esguio, divida sua comida com os famintos;

4. Para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar seus dedos por eles pelo menos uma vez por dia;

5. Para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinho;

6. Pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas; jamais jogue alguém fora;

7. Lembre-se que, se alguma vez precisar de uma mão amiga, você a encontrará no final do seu braço. Ao ficarmos mais velhos, descobrimos por que temos duas mãos: uma para ajudar a nós mesmos, a outra para ajudar o próximo;

8. A beleza de uma mulher não está nas roupas que ela veste, nem no corpo que ela carrega, ou na forma como penteia o cabelo. A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta para o seu coração, o lugar onde o amor reside;

9. A beleza de uma mulher não está na expressão facial, está refletida em sua alma. Está no carinho que ela amorosamente dá, na paixão que ela demonstra;

10. A beleza de uma mulher cresce com o passar dos anos;

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"O que verdadeiramente somos é aquilo que o impossível cria em nós." Clarisse Lispecto

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"Dava-se na sua voz o mesmo que na sua dança...Era indefinível, era encantador; o quer que fosse de puro e de sonoro, de aéreo, por assim dizer, de alado(...)Dir-se-ia umas vezes, uma louca, outras, uma rainha (...) respirava sobretudo alegria e parecia cantá-la como a ave, serena e descuidada." Victor Hugo, descrevendo a cigana Esmeralda (Notre-dame de Paris, 1831)