EU... Eu, eu mesmo... Eu, cheia de todos os cansaços, Quantos o mundo pode dar. — Eu... Afinal tudo, porque tudo é eu, E até as estrelas, ao que parece, Me saíram da algibeira para deslumbrar crianças... Que crianças não sei... Eu... Imperfeita? Incógnita? Divina? Não sei... Eu... Tive um passado? Sem dúvida... Tenho um presente? Sem dúvida... Terei um futuro? Sem dúvida... A vida que pare de aqui a pouco... Mas eu, eu... Eu sou eu, Eu fico eu, Eu...(Fernando Pessoa)

domingo, 30 de novembro de 2008

Mentiras


Mentiras Tipicamente Femininas

1. Jura que sou boa de sexo? É que só transei com dois homens antes de você...

2. Meus seios? Claro que são naturais. Sou totalmente contra silicone!!

3. (Pra concorrente) Esta chapinha vai deixar seu cabelo maravilhoso!!!

4. O pessoal ontem no maior churrasco e eu só comia as saladas.

5. Nem por 10 milhões eu vendo meu corpo!!!

6. Fica tranqüilo jamais contarei pra minhas amigas que você brochou.

7. (Pro namorado) Sai com minhas amigas, mas só tomei UMA cerveja...

8. Eu estava bêbada quando fiquei com aquele cara feio...

9. Só preciso perder mais três quilinhos...

10. Vexame? Que vexame? Não consigo lembrar de nada que fiz ontem...


Mentiras Tipicamente Masculinas

1. Não peidei não. Deve ter sido esta miséria de cachorro!

2. Claro que sua amiga é feia. Não troco você por nada neste mundo!!

3. Claro que te amo. Só não te falo o tempo todo porque tenho vergonha.

4. Não vai doer nada... Se doer eu mudo meu nome pra Tereza!!

5. Você é minha amiga... Jamais te cantaria... De jeito nenhum.

6. Porque não iria te atender? É que esqueci meu celular no carro.

7. Não é que você seja feia... É que tenho um amigo tímido que é louco por você.

8. Só a cabeça... Só a cabecinha... (E ainda imita o Pagodart)

9. Não fui pro reggae não... Tive que trabalhar o final de semana inteirinho...

10. Nunca tinha brochado não... Devo estar com algum bloqueio.




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"O que verdadeiramente somos é aquilo que o impossível cria em nós." Clarisse Lispecto

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"Dava-se na sua voz o mesmo que na sua dança...Era indefinível, era encantador; o quer que fosse de puro e de sonoro, de aéreo, por assim dizer, de alado(...)Dir-se-ia umas vezes, uma louca, outras, uma rainha (...) respirava sobretudo alegria e parecia cantá-la como a ave, serena e descuidada." Victor Hugo, descrevendo a cigana Esmeralda (Notre-dame de Paris, 1831)