EU... Eu, eu mesmo... Eu, cheia de todos os cansaços, Quantos o mundo pode dar. — Eu... Afinal tudo, porque tudo é eu, E até as estrelas, ao que parece, Me saíram da algibeira para deslumbrar crianças... Que crianças não sei... Eu... Imperfeita? Incógnita? Divina? Não sei... Eu... Tive um passado? Sem dúvida... Tenho um presente? Sem dúvida... Terei um futuro? Sem dúvida... A vida que pare de aqui a pouco... Mas eu, eu... Eu sou eu, Eu fico eu, Eu...(Fernando Pessoa)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Velhos deitados

VAMOS CORRIGIR VELHOS DITADOS?
É dando.................... que se engravida.
Sol e chuva,............. vou sair de guarda-chuva.
Devo, não pago............... nego enquanto puder.
Quem tem boca vai............ ao dentista.
Quem tem boca ............... fala,quem tem condição vai a Roma.
Quem espera,..................sempre cansa.
Quando um não quer........... o outro insiste.
Carro a álcool,............. você ainda vai empurrar.
Há males..................... que vem para piorar.
No começo é assim..............depois piora.
Quem ri por último............ é retardado.
Alegria de pobre.............. é impossível.
Em casa de ferreiro........... só tem ferro.
Gato escaldado................ morre.
Quando um não quer............ o outro insiste.
Os últimos........... serão desclassificados.
Se Maomé não vai à montanha........ então vai à praia.
A esperança e a sogra.......... são as últimas que morrem.
Devagar...............nunca se chega.
Quem cedo madruga.............fica com sono o dia inteiro.

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"O que verdadeiramente somos é aquilo que o impossível cria em nós." Clarisse Lispecto

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"Dava-se na sua voz o mesmo que na sua dança...Era indefinível, era encantador; o quer que fosse de puro e de sonoro, de aéreo, por assim dizer, de alado(...)Dir-se-ia umas vezes, uma louca, outras, uma rainha (...) respirava sobretudo alegria e parecia cantá-la como a ave, serena e descuidada." Victor Hugo, descrevendo a cigana Esmeralda (Notre-dame de Paris, 1831)